
Nada como os amigos para não nos deixar desisitir
Já aqui, em tempos, escrevi sobre as empatias estranhas que se vão construindo na blogosfera.
Visitas diárias, posts e respectivos comentários têm um poder mágico de fazer nascer e crescer "blogo-amizades".
Criado o blog, de repente, de um dia para o outro, damos conta de uma partilha que se vai gerando. Comunicamos, quase diariamente, com pessoas que vamos descobrindo por detrás das palavras e que nunca vimos. Em frente ao ecrã, alegramo-nos com um post alheio, ficamos apreensivos quando este ou aquele nunca mais deu sinal de vida, entristece-nos uma má notícia lida algures neste mundo virtual.
A blogosfera poderá, de facto, ser uma rede virtual. Uma teia que aumenta à medida que mil e um blogs se vão entrecruzando. Já a empatia, a amizade que, assim, surge me parece bem genuína. Inocência minha, talvez, que nestas andanças ainda me sinto imberbe, mas não o creio. Confio no meu feeling, que no que diz respeito às amizades nunca me deixou ficar mal.
Estas, que aqui fiz, de virtual nada têm. Sei-as, sinto-as, bem reais.
Querem a prova?
Que outra explicação dar ao facto de um ilustre asterisco, que nunca vi nem pintado, se preocupar com a minha inabilidade para musicar o blog?! A ponto de me oferecer a música que agora aqui ouvem?!
* já to disse no comentário. Repito, agora, para quem queira ler: és o meu anjo-dj!
Um obrigada genuíno e muito sentido deste lado do mundo e um beijinho doce feito de morangos e chocolate ;-)