Se há pessoa que nos conhece como a palma das próprias mãos (raio de expressão... como se a palma da mão fosse algo que reconhecessemos a léguas!;-)... dizia eu, se há pessoa que nos conhece bem é a nossa mãe. Talvez por termos vivido no mesmo corpo durante 9 longos meses ou, apenas, porque nos conhece desde o primeiro segundo de vida.
Da mesma forma, também nós filhos não nos surpreendemos com elas, as mães. Também nós as sabemos de cor.
Em comentário ao post anterior, a minha deu sinal de vida :-)
...e fez-me recordar os tempos de infância em que eu sabia, apenas pela forma de ela me chamar com as letras todas (M-A-R-I-A-B-E-A-T-R-I-Z), que tinha asneado (ou como ela diz, "acendido uma vela à Senhora da Asneira":-) e que o "raspanete" e respectivo castigo me seriam aplicados mal respondesse ao chamamento.
A vinda para Macau ensinou-me a, finalmente, cortar este cordão umbilical que me fazia estremecer.
Hoje, a mãe Bé pode chamar-me com as letras todas as vezes que quiser - que eu a adoro cada vez mais!